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O futuro passa pela emancipação da mulher

Para a Vice-ministra moçambicana da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira, que fez abertura da Cimeira Internacional das Mulheres Líderes Mundiais, em Maputo, é preciso apostar na educação da jovem mulher.

“Espaços como estes são importantes porque poderão incentiva as mulheres jovens a estudarem mais, a formarem-se, capacitarem-se e no futuro poderem contribuir mais para o desenvolvimento socioeconómico.”

Se a formação é fundamental como defende Ana Flávia, esta também pode ser passada através de exemplos, como aponta a Directora da Agência Nacional de Cinema no Brasil, Debora Ivanov. Esta defende que as mulheres que estão numa posição de liderança podem ajudar outras a se organizarem.

Na sua apresentação Ivanov prestou atenção ao que está acontecer no Brasil para poder mostrar a importância da luta das mulheres e o papel que as líderes podem desempenhar.

“Por exemplo o financiamento de obras no cinema e na televisão, ainda são em torno de 80% dedicados só aos homens. Então, nosso desafio hoje é lutar para que a gente tenha igualdade no acesso a esses recursos”, explicou.

A Presidente da FME, Assunção Abdula, não tem dúvida que o futuro passa pela emancipação da mulher pois esta pode desempenhar papéis fundamentais nas organizações.

“O mundo já despertou e está ciente que a aceleração do crescimento económico só pode ocorrer com a participação, mais activa, das mulheres nas diferentes áreas do mercado de trabalho. Assim, a erradicação da desigualdade de género através da emancipação das mulheres torna-se fundamental para o sucesso das empresas.”

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